728 ad
Currently Browsing: Jornais

Dor de cabeça relacionada a maior ingesta de sal

Dor de cabeça relacionada a maior ingesta de sal. Dr Mario Peres, médico neurologista, escreve sobre a recente pesquisa que mostrou relação do consumo de sal com mais dor de cabeça. Estudo publicado no British Medical Journal (BMJ) mostra o efeito do consumo do sal e a ocorrencia de dores de cabeça. Liderado pelo Dr. Lawrence Appel, diretor do Welch Center for Prevention, Epidemiology and Clinical Research na Johns Hopkins, Baltimore, a pesquisa mostra que pessoas que ingerem 8 gramas de sal por dia tem 35% mais dor de cabeça do que quando ingerem 4 gramas. Para acessar o estudo “Effects of dietary sodium and the DASH diet on the occurrence of headaches: results from randomised multicentre DASH-Sodium clinical trial” acesse o link http://bmjopen.bmj.com/content/4/12/e006671.full   Foram  390 pessoas divididas na dieta DASH, rica em frutas, vegetais, laticinios, e pouco gordurosa ou dieta livre, o ideia dos autores era de verificar o efeito da dieta na hipertensão arterial. A diferença das duas dietas não foi significante em relação a dores de cabeça, mas o conteúdo de sal foi o que mostrou impacto. Resta saber se diminuirmos o sal da alimentação pode melhorar as dores de cabeça das pessoas que sofrem com enxaqueca, cefaleia tensional ou outras dores de cabeça. Como a maioria das pessoas come acima do recomendado do conteúdo de Sódio (1,5 g ao dia), esta orientação pode ser útil para a maioria das pessoas. Especialistas podem incluir a diminuição do sal nos tratamentos da enxaqueca. Esta pesquisa tem limitações pois não sabemos o tipo exato das dores de cabeça, se cefaleias do tipo tensional, enxaquecas, dores diarias ou infrequentes se alteraram da mesma forma com a mudança da ingesta de sal....

Preocupados: 90% deles têm enxaqueca

Mariana Lenharo para o Jornal da Tarde Quando Jayme Borges, de 29 anos, percebe que sua visão está alterada, com um brilho estranho, já se prepara para o pior: é sinal de que mais uma crise de enxaqueca se aproxima. Ele, que trabalha em uma empresa de cobrança, se define como ansioso e percebe que episódios estressantes intensificam as dores de cabeça. Seu caso não é o único. Pesquisa desenvolvida pelo neurologista Mário Peres, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e médico do Hospital Israelita Albert Einstein, indica que 50% dos pacientes que têm enxaqueca também apresentam o transtorno da ansiedade generalizada. Quando se leva em conta também as pessoas que se preocupam muito e sofrem por antecipação de problemas, essa parcela é ampliada para quase 90%. Para ler a matéria completa: Preocupados: 90% deles têm...

Massagem como Tratamento para Dores de Cabeça

Massagem como Tratamento para Dores de Cabeça Dr Mario Peres fala a Folha de São Paulo sobre artigo publicado sobre massagem como tratamento para crise de cefaleia tensional. Para marcar uma consulta ligue para 11 32855726 ou 11 21510110 13/07/2010 Massagem é alternativa a analgésico contra dor de cabeça, dizem médicos IARA BIDERMAN COLABORAÇÃO PARA A FOLHA Uma sessão de 30 minutos de massagem pode ter o mesmo efeito de analgésicos na melhora da dor de cabeça. Sem as desvantagens do remédio, que, usado com frequência, piora o quadro e torna o problema crônico. A eficácia da massagem na cabeça e no pescoço foi demonstrada em um estudo controlado feito na Universidade de Granada (Espanha). Na pesquisa, os participantes com crise de dor de cabeça do tipo tensional tratados com massagem tiveram melhora da dor, menor nervosismo e ansiedade e maior estabilidade da frequência cardíaca. Os efeitos se prolongaram por 24 horas. “Já havia estudos mostrando benefícios da massagem na prevenção da dor. Esse é o primeiro que mostra efeito na crise”, diz Mario Peres, neurologista do hospital Albert Einstein. Para Peres, os resultados da pesquisa são bastante interessantes porque ajudam no processo de retirada de analgésicos, usados pela maioria dos pacientes com dor de cabeça crônica. Segundo Deusvenir de Souza Carvalho, coordenador do ambulatório de cefaleia da Unifesp, pesquisas nacionais mostram que pelo menos 12% dos brasileiros sofrem de dor de cabeça do tipo tensional. Diferentemente da enxaqueca, esse tipo de cefaleia não provoca náusea, vômito e sensibilidade à luz. A dor se distribui igualmente pela cabeça e se caracteriza por uma sensação de peso ou de algo apertando o crânio. A pesquisa prova o efeito da massagem feita por especialista apenas para esse tipo de dor de cabeça. Para os médicos, os resultados não se aplicam à automassagem. CLique nos links para saber mais sobre enxaqueca, tratamento...

Analgésicos para enxaqueca e dor de cabeça. Entrevista do Dr Mario Peres na Folha

Analgésicos para enxaqueca e dor de cabeça. Entrevista do Dr Mario Peres na Folha. http://cefaleias.com.br/blog/analgesicos-para-enxaqueca-dor-de-cabeca-entrevista-na-folha-de-sao-paulo Analgésicos para enxaqueca, dor de cabeça. Dr Mario Peres é entrevistado na Folha de São Paulo. Veja a matéria abaixo 27 de maio de 2010 Uso abusivo de analgésicos pode levar a “vício” psíquico RACHEL BOTELHO DE SÃO PAULO Para conseguir suportar as dores de cabeça que a atormentam dia sim, dia não, desde os 15 anos, a advogada Vanessa Balan, 33, recorre logo aos analgésicos. Sempre que o remédio deixa de fazer efeito, troca de marca ou princípio ativo. Nas crises mais fortes, consome até três comprimidos por dia. Ela e muita gente. Em 2009, os brasileiros destinaram mais de R$ 1,5 bilhão para a compra de dipirona, aspirina e ibuprofeno, alguns dos analgésicos mais vendidos. Equivale a mais de 120 milhões de embalagens, segundo o IMS Health, que audita o mercado farmacêutico. O uso abusivo e a automedicação levaram a Anvisa a suspender a exposição dessas drogas nas gôndolas. No caso da dor de cabeça, o problema é mais grave, porque essas drogas têm efeito rebote: quanto mais a pessoa toma, mais dor tem. Uma análise de estudos publicada no “British Medical Journal” mostra que a ingestão em 15 dias do mês é suficiente para causar o efeito. Cerca de 7% da população tem cefaleia crônica. É o grupo que sofre de dor mais de 15 dias ao mês -e está sujeito ao abuso de analgésicos. O efeito rebote parece ser desencadeado pelo uso regular dessas drogas: tomar um comprimido todos os dias é mais arriscado do que ingerir três uma só vez por semana. “A cefaleia de rebote também é comportamental. A ansiedade e o medo de ter dor trazem mais dor, não é só o uso do analgésico”, diz o neurologista Mario Peres, do hospital Albert Einstein. SEMPRE NA BOLSA...

Uso abusivo de analgésicos pode levar a “vício” psíquico

Dr Mario Peres fala à Folha sobre uso de analgésicos para enxaqueca e dor de cabeça RACHEL BOTELHO DE SÃO PAULO 27 de maio de 2010 Para conseguir suportar as dores de cabeça que a atormentam dia sim, dia não, desde os 15 anos, a advogada Vanessa Balan, 33, recorre logo aos analgésicos. Sempre que o remédio deixa de fazer efeito, troca de marca ou princípio ativo. Nas crises mais fortes, consome até três comprimidos por dia. Ela e muita gente. Em 2009, os brasileiros destinaram mais de R$ 1,5 bilhão para a compra de dipirona, aspirina e ibuprofeno, alguns dos analgésicos mais vendidos. Equivale a mais de 120 milhões de embalagens, segundo o IMS Health, que audita o mercado farmacêutico. O uso abusivo e a automedicação levaram a Anvisa a suspender a exposição dessas drogas nas gôndolas. No caso da dor de cabeça, o problema é mais grave, porque essas drogas têm efeito rebote: quanto mais a pessoa toma, mais dor tem. Uma análise de estudos publicada no “British Medical Journal” mostra que a ingestão em 15 dias do mês é suficiente para causar o efeito. Cerca de 7% da população tem cefaleia crônica. É o grupo que sofre de dor mais de 15 dias ao mês -e está sujeito ao abuso de analgésicos. O efeito rebote parece ser desencadeado pelo uso regular dessas drogas: tomar um comprimido todos os dias é mais arriscado do que ingerir três uma só vez por semana. “A cefaleia de rebote também é comportamental. A ansiedade e o medo de ter dor trazem mais dor, não é só o uso do analgésico”, diz o neurologista Mario Peres, do hospital Albert Einstein. SEMPRE NA BOLSA O uso abusivo provoca efeitos colaterais, como hipertensão, gastrite e hepatite -além de dependência psíquica. Que o diga Vanessa: “Se não tiver o remédio na bolsa, já fico...

Dr Mario Peres comenta estudo de AVC na Folha de São Paulo

Comentário do Dr Mario Peres sobre diagnóstico de AVC, especial para Folha Equilíbrio e Saúde de 12 de outubro de 2009 CLÁUDIA COLLUCCI da Folha de S.Paulo Um exame dos movimentos dos olhos do paciente, com duração de um minuto, é mais eficaz do que a ressonância magnética para detectar um tipo de AVC (acidente vascular cerebral), concluiu um estudo da Universidade Johns Hopkins (EUA), publicado na revista científica “Stroke”. Para os neurologistas, os resultados são inovadores, mas precisam ser confirmados em testes de maior escala e se aplicariam apenas a uma parcela de pacientes em que o derrame apresenta sintomas semelhantes à labirintite (tontura e náuseas, por exemplo). O estudo americano avaliou 101 pacientes. O teste ocular diagnosticou corretamente todos os casos de AVC. Já a ressonância falhou em oito casos. O teste ocular é preconizado porque pacientes que estão tendo um derrame podem ter alterações no movimento dos olhos. Alguns não conseguem ajustar imediatamente a posição dos olhos se sua cabeça for movida rapidamente para o lado, ou apresentam movimentos desconexos quando tentam focar um objeto. No estudo, os pacientes foram submetidos a três testes de movimento ocular. Um deles avaliou a incapacidade de a pessoa manter os olhos estáveis quando a cabeça era girada rapidamente para os lados. Também foi observado se ocorriam movimentos aleatórios dos olhos quando os pacientes acompanhavam o dedo do médico. Por fim, verificou-se se um dos olhos ficava elevado em relação ao outro. Após o teste, cada paciente foi submetido a uma ressonância magnética. No final, 69 pacientes foram diagnosticados com derrame e 25 com problemas no ouvido interno. O restante apresentava outros problemas neurológicos. Utilizando apenas o exame dos movimentos dos olhos, os pesquisadores diagnosticaram corretamente todos os casos de AVC e 24 dos 25 casos de labirintite. Por outro lado, o exame de ressonância deu falso-negativo em oito dos...

Folha Equilíbrio – Matéria sobre enxaqueca

20% das mulheres brasileiras têm enxaqueca, diz pesquisa GABRIELA CUPANI da Folha de S.Paulo O primeiro levantamento epidemiológico da incidência de dor de cabeça no Brasil, feito por sete instituições, revela que as mulheres têm o dobro de enxaqueca, enquanto os homens sofrem mais da chamada cefaleia do tipo tensional. A prevalência média do tipo tensional (13%) foi considerada baixa. No Canadá, por exemplo, o índice é de 36% e, na Alemanha, de 38,3%. Ela foi maior em homens (15,4%) do que em mulheres (9,5%). A faixa etária em que ela aparece com mais frequência é dos 18 aos 29 anos. Já a enxaqueca foi muito mais prevalente em mulheres -20% delas contra 9,3% dos brasileiros sofrem com esse tipo de dor no país. A incidência média no Brasil ficou em 15,2% -um pouco acima dos 11% relatados em uma revisão de estudos de vários países. A maioria das vítimas está na faixa dos 30 aos 39 anos. Sobrecarga emocional A maior incidência de enxaqueca nas mulheres era esperada. “Essa dor é mais sensível a variações hormonais”, diz um dos autores, o neurologista Mario Peres, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Além disso, ela está ligada ao estresse e ao estilo de vida. “Muitas mulheres enfrentam sobrecargas emocionais para conciliar filhos e trabalho”, diz ele. A prevalência dela em homens e mulheres também foi maior na cidade de São Paulo. A enxaqueca e o tipo tensional são os mais comuns entre os tipos de dor de cabeça primários -aqueles que não são sintoma de nenhuma doença, como meningite ou tumores. Para chegar aos resultados, pesquisadores de instituições como a Unifesp, o Hospital Israelita Albert Einstein e o Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre, entre outras, ouviram 3.848 voluntários com idades de 18 a 79 anos nos 27 Estados brasileiros. Além de relatar as características da dor de...

Tudo sobre Dor de cabeça

Matéria no Jornal de Piracicaba sobre o livro “Dor de cabeça, o que ela quer com você?” do Dr Mario...

Menopausa e Memória

Em estudo publicado na revista Neurology em maio de 2009, pesquisadores da UCLA liderados pelo Dr Greendale estudaram 2.362 mulheres entre 45 e 52 anos, mostrando que as mulheres na fase de 3 a 11 meses sem menstruação, chamada de perimenopausa apresentavam menores índices nos testes de memória verbal, de trabalho e processamento. Em matéria publicada na Folha de São Paulo, na página de Saúde, o Dr Mario Peres comenta sobre a importância do humor e da ansiedade na memória nesta fase, podendo ser um dos fatores determinantes para os achados do estudo. Veja a matéria na íntegra abaixo: Menopausa pode dificultar aprendizado, diz estudo CLÁUDIA COLLUCCI da Folha de S.Paulo Mulheres que estão no período que antecede a menopausa podem ter mais dificuldade de aprendizado do que em outros estágios da vida, conclui um estudo de quatro anos com 2.362 mulheres entre 42 e 52 anos, publicado na revista científica “Neurology” desta semana. Os pesquisadores da Universidade da Califórnia (EUA) observaram que, no final da perimenopausa (sem menstruação por três a 11 meses), as mulheres têm mais dificuldade em relação à memória verbal e à velocidade de processamento das informações. Essa dificuldade, segundo médicos, pode estar relacionada a uma queda do estrógeno (hormônio produzido pelos ovários), que afeta a estrutura e a função dos neurotransmissores, ou mesmo aos quadros de ansiedade e depressão, que são comuns nesse período. No estudo, foram avaliadas mulheres na pré-menopausa (sem mudanças nos períodos menstruais), no início da perimenopausa (irregularidade menstrual sem lacunas de três meses), no final da perimenopausa e na pós-menopausa. Elas foram submetidas a testes de memória verbal (lembrar de nomes, por exemplo), de memória de trabalho (fazer conta de subtração e divisão) e da velocidade de processamento das informações. Em todas as fases, as mulheres que participaram da pesquisa apresentaram resultados semelhantes e satisfatórios. A exceção foi o final da perimenopausa,...

Cefaleia tensional ou enxaqueca?

A enxaqueca e a cefaleia tensional são cefaleias primárias que tem características diferentes, mas que podem coexistir no mesmo paciente. A dor de cabeça na enxaqueca pode ser pulsátil, de forte intensidade, piora com esforço físico, de um lado da cabeça, acompanhada de incômodo com a luz e barulho, nauseas ou vômitos. A cefaleia tensional é mais fraca, não apresenta os comemorativos da enxaqueca, veja na imagem abaixo. Para saber sobre cefaleia em salvas, ou para saber mais sobre o Centro de Cefaleia São...

Dieta, sono e estresse são causas de enxaqueca

RACHEL BOTELHO colaboração para a Folha de S.Paulo 3 de novembro de 2008 Fatores relacionados a dieta, problemas no sono e estresse são os principais desencadeantes da enxaqueca em pessoas com diagnóstico da doença. A conclusão é de uma pesquisa realizada por estudantes de medicina da Liga da Cefaléia da Escola de Medicina do ABC e coordenada pelo neurologista Mario Peres, pesquisador do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein. “Os resultados refletem o que vemos no consultório”, afirma Peres. De acordo com o neurologista, a dieta foi citada por 83,5% dos pacientes como um gatilho das crises. “Isso porque o jejum faz parte desse grupo e realmente é um dos maiores desencadeantes. Se ele estivesse separado da dieta, o sono e o estresse seriam mais importantes”, diz. Todos os 200 participantes do estudo, (162 mulheres e 38 homens) relataram ao menos um fator desencadeante para as crises de enxaqueca –mais de 95% relataram dois ou mais. Entre os itens relacionados à dieta, o chocolate, o vinho tinto e o café foram os mais citados. Os problemas com o sono (dormir muito ou pouco, alterar o horário e cochilar de dia) foram apontados por 81% dos entrevistados. Para 64%, a enxaqueca está ligada ao estresse. Para o neurologista, o estresse é subestimado. “Para o paciente, é mais fácil identificar um alimento ou sono como desencadeador da crise. O estresse é mais difícil de...

Brasil, país da dor de cabeça

Dr Mario Peres é citado em matéria da Revista Veja Os brasileiros estão entre os que mais sofrem desse mal. Na raiz do problema, má alimentação, stress, insônia e uso errado de analgésicos __________________________ Anna Paula Buchalla A dor de cabeça é um grande tormento no Brasil. O país aparece entre os cinco primeiros colocados na lista de incidência das cefaléias mais comuns e penosas.Nós somos os campeões da dor de cabeça crônica diária e estamos em quarto lugar tanto no ranking da cefaléia tensional quanto no da enxaqueca. Para ler mais: Brasil, país da dor de...